Armando escolheu Paulo Rubem (PDT) para vice

PAULO RUBEM É O VICE DE ARMANDO


O deputado federal Paulo Rubem (PDT) foi confirmado como pré-candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Armando Monteiro Neto (PTB). O anúncio será feito pelo senador em coletiva de imprensa marcada para a tarde desta quarta-feira (25).

O ex-prefeito do Recife João Paulo (PT) é o pré-candidato a senador na chapa Pernambuco Vai Mais Longe. A coligação é formada por PTB, PT, PDT, PSC, PRB e PTdoB

PERFIL – Confirmado como vice de Armando, Paulo Rubem ingressou na vida pública em 1979, quando foi eleito presidente da Associação dos Professores do Ensino Oficial de Pernambuco (Apenope), posteriormente transformado em Sintepe. No ano seguinte, ele ajudaria na fundação do PT, partido no qual ficou até 2007.

Rubem deixou o PT após desgastes com a sigla que começaram na campanha de 2004, quando a candidatura dele à Prefeitura de Jaboatão de Guararapes foi rifada pelo partido. O afastamento continuou após estourar o escândalo do Mensalão, no ano seguinte.Após deixar o PT, Paulo Rubem teve que brigar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para manter o mandato de deputado federal; a decisão saiu em março de 2009. Crítico histórico do ex-governador Miguel Arraes, o deputado chegou a ser defendido na Justiça Eleitoral pelo então governador Eduardo Campos (PSB).

Paulo Rubem assumiu o primeiro mandato de deputado federal em 2003. Entre 1991 e 1994, foi vereador do Recife. De 1995 a 2003, foi deputado estadual. Em 2010, Rubem não conseguiu se reeleger para a Câmara Federal, mas voltou ao cargo em 2011 depois que a ex-deputada Ana Arraes, mãe de Campos, foi eleita ministra do Tribunal de Contas da União (TCU).

Já no PDT, Paulo Rubem voltou a ter uma candidatura a prefeito rifada pelo partido, dessa vez para o Recife, em 2012. O episódio fez com que ele se afastasse do grupo do prefeito de Caruaru José Queiroz, ex-presidente pedetista.

Um comentário:

  1. José Antonio, de Olinda26 de junho de 2014 10:00

    Paulo Rubem foi expulso do PT e teve seu mandado devolvido. Hoje ele se alia a um de seus algozes João Paulo que, mesmo sendo originário da classe operária, se junta a Armando Monteiro, um legítimo representante do patronato. Por falar nisso, Armando nunca exerceu um cargo executivo, portanto, nunca geriu nenhum órgão público.

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