Pesquisa para o governo de Pernambuco mostra Armando liderando, Paulo se recuperando e Marília pontuando

Pesquisa para o governo de Pernambuco mostra Armando liderando, Paulo se recuperando e Marília pontuando


Pesquisa realizada no período de 19 a 23 de junho pelo Instituto Meta Pesquisa e Consultoria, de Alagoas, mostra que a eleição para governador de Pernambuco, no próximo ano, ainda é uma grande incógnita. O senador Armando Monteiro (PTB) lidera a corrida com 23,3%, índice que se permanecesse até outubro de 2018 não garantiria a vitória do oposicionista no primeiro turno.

Embora esteja na cadeira de governador, o socialista Paulo Câmara (PSB) ficou em segundo lugar na pesquisa, somando 13,2% das intenções de voto. De toda maneira, é mais que o dobro do conquistado em abril, em pesquisa realizada pelo Instituto Maurício de Nassau.

Mendonça Filho (DEM) aparece com 12,2% praticamente o mesmo índice da pesquisa do Instituto Maurício de Nassau, três meses atrás. A novidade na corrida eleitoral em Pernambuco é a vereadora Marília Arraes (PT), que pela primeira vez teve seu nome incluído numa pesquisa e conquistou 6,3% dos eleitores do estado.

Os números mostram que Marília pode crescer na disputa, dependendo do cenário da eleição. Caso Lula seja candidato a presidente poderá alavancar o nome da vereadora, uma vez que o petista é o preferido dos pernambucanos, com 50,1% das intenções de voto no estado. Outros 47,6% admitem votar “no candidato de Lula”.

Embora a pesquisa do instituto alagoano mostre que o governador Paulo Câmara melhorou sua imagem, em relação ao início do ano, o gestor ainda tem uma avaliação negativa do eleitorado: 58,5% dos pernambucanos consideram o seu governo ruim ou péssimo e apenas 15,7% disseram que a administração é boa ou ótima.

O principal “calo” da gestão é a segurança pública, pois segundo a pesquisa 42% dos eleitores estão preocupados com a violência em Pernambuco. Na pesquisa para presidente o segundo lugar na estimulada ficou com o deputado Jair Bolsonaro (PSC), ele somou 11,1%, enquanto Marina Silva (Rede), cravou nos 8%. Com texto do jornalista Roberto Almeida e informações do blog do Jamildo.

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