VEJA e ISTOÉ levantam suspeitas sobre Gilmar Mendes

VEJA e ISTOÉ levantam suspeitas sobre Gilmar Mendes


Alvo de denúncias das revistas Veja, da Editora Abril, e IstoÉ, da Editora Três, neste fim de semana, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, virou a bola da vez. A Veja noticía que o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), de propriedade de Gilmar, recebeu R$ 2,1 milhões em patrocínios do empresário Joesley Batista, da JBS.
Segundo a publicação, "nos últimos dois anos, Gilmar e Joesley mantiveram uma parceria comercial e uma convivência amigável, a ponto de se visitarem em Brasília e São Paulo, trocarem favores, compartilharem certezas e incertezas jurídicas e tocarem projetos comuns".
Já a IstoÉ, aponta uma "suspeita transição de Gilmar Mendes", numa reportagem em que a revista disse ter "acesso ao inquérito que investiga a venda irregular de uma universidade que pertenceu ao ministro do STF para o governo do Mato Grosso".

Segundo a IstoÉ, "o Ministério Público vê indícios de ilegalidades no negócio de R$ 7,7 milhões e está para formular a denúncia".

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