Escândalos de corrupção chegam até BOLSONARO e família

Escândalos de corrupção chegam até BOLSONARO e família

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Paladino da moral e do discurso anticorrupção nem assumiu e vê família atolada em escândalo envolvendo ex-assessor em movimentações atípicas de R$1,2 milhão

Veículos das Organizações Globo, que vinham fazendo cobertura discreta do escândalo envolvendo a família Bolsonaro, entraram com tudo no caso neste sábado (08), com várias reportagens no O Globo Online e no jornal Hoje da TV Globo depois do meio dia. O Jornal Nacional da sexta-feira (07) dedicou sete minutos ao caso, que está sendo chamado por parte da imprensa de “Bolsogate”, em referência a famoso escândalo americano, que derrubou o presidente Nixon em 1972

Uma das reportagens diz que um ex-assessor do deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL), o subtenente da Polícia Militar Fabrício José de Carlos Queiroz, recebeu depósitos em espécie e por meio de transferências de oito funcionários que já foram ou estão lotados no gabinete do parlamentar. De acordo com as investigações da Operação Furna da Onça, houve uma movimentação atípica de R$ 1,2 milhão entre 01/01/2016 e 31/01/2017 na conta do ex-assessor.

A movimentação de dinheiro atípica, pelo ex-assessor de Flávio Bolsonaro, foi descoberta pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). O escândalo, noticiado em primeira mão pelo jornal Estado de São Paulo, também tomou conta dos principais veículos da mídia tradicional ou digital e está na Folha de São Paulo, Portal UOL, Portal G1, Brasil 247, Revista Veja e demais órgãos de imprensa.

Jornal O Globo, da família Marinho, mostra que os laços que uniam Fabrício José de Carlos Queiroz e o clã Bolsonaro iam muito além das atividades parlamentares - incluía churrasco e futebol.

Uma das reportagens do jornal carioca conta como Queiroz, como é conhecido, foi ficando íntimo da família. "Ganhou primeiro a confiança do presidente eleito, Jair Bolsonaro, antes de ir, há mais de dez anos, trabalhar no gabinete do deputado estadual Flávio Bolsonaro, o filho mais velho de Jair. A exoneração do subtenente só veio em 15 de outubro deste ano", relata.

Mas os laços familiares foram além. "A mulher de Queiroz, Márcia Oliveira de Aguiar, e duas filhas, de um total de quatro, também foram lotadas no gabinete de Flávio.

Márcia tinha salário bruto de R$ 9.835 entre março de 2007 a setembro do ano passado. Nathália Melo de Queiroz, uma das filhas, trabalhou, entre setembro de 2007 a fevereiro de 2011, no gabinete da vice-liderança do PP, partido de Flávio à época, com salário de R$ 6.490. Depois, passou pelo Departamento Taquigráfico e Debates e, em agosto de 2011, foi para o gabinete de Flávio, com salário de R$ 9.835, onde ficou até dezembro de 2016", conta.

Coincidentemente, Nathália deixou o cargo no mesmo dia em que o pai pediu exoneração, em 15 de outubro deste ano. Jair Bolsonaro falou sobre o caso suspeito, justificando que o dinheiro repassado a sua mulher pelo motorista do filho, no valor de R$ 24 mil, foi fruto de um empréstimo feito por ele ao ex-assessor de Flávio.

Futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro foi abordado pela imprensa sobre o assunto, mas preferiu evitar o tema. Texto extraído do blog do Roberto Almeida.

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