O que professores esperavam do infame governo Bolsonaro a não ser o “TRONCO E A CHIBATA”

O que professores esperavam do infame governo Bolsonaro a não ser o “TRONCO E A CHIBATA”

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Apontados já na campanha em 2018 como comunistas, esquerdistas e ideologistas de esquerda, os professores eram apontados como alvos no futuro governo Bolsonaro, que via nos educadores um terrível inimigo contra sua política de extrema direita e interesse internacionais, principalmente dos Estados Unidos da América.

Só que a encomenda foi pior do que a receita. Com cortes bastantes significativos na educação, o “infame” governo do presidente, Jair Bolsonaro (PSL), promete tocar o terror nas universidades públicas federais com a diminuição do orçamento. “Pra quê dinheiro nas UF onde a maioria é filho de pobre se os ricos e privilegiados podem pagar uma particular”?

O quê esse infame governo tem a oferecer aos professores do Brasil é o “tronco e a chibata”. As reduções nos investimentos da educação não atingem somente as UF como “mentirosamente” o governo anunciou. Levantamentos verídicos apontam grande redução nas verbas do ensino básico e na EJA (Educação de Jovens e Adultos).

Não bastassem ministros da educação, que na verdade são “jagunços” do presidente, vão destituir Paulo Freire como patrono da educação brasileira. Paulo Freire foi perseguido pela ditadura militar (que agora nunca existiu), resistiu e desenvolveu uma metodologia de ensino, para tirar os até então excluídos cidadãos do analfabetismo. Alguém acreditava que o “capitão doidera” iria deixar isso de graça.

Agora, só nos resta aguentar quatro anos de um governo, medíocre, reacionário, homofôbico, paspalhão e como diria o Caco Antibes do Sai de Baixo, interpretado pelo Miguel Falabela, que “tem horror a pobre”.

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